Faz só 15 dias que o ano começou e já aconteceu um monte de coisa. Tive decepções crushísticas [chamar de amorosa seria avacalhar o amor, então inventei esse nome aí]; tive umas ideias legais que já passei pro papel – ou melhor, pra tela do pc – estou começando a realizar um sonho antigo e de repente surge a chance de fazer algo totalmente diferente, pegar um caminho bem impensado. Ah, estou falando de carreira, caso não tenha ficado muito claro...
Também tenho me esforçado por sair da toca. Levei uns bons puxões de orelha no fim do ano, por andar reclusa; e, admito, todos estavam certos. Eu estava quase sem vida social e se não fiquei totalmente isolada no trinômio trabalho-estudo-casa, foi por causa da igreja. Mas esse ano, resolvi me permitir um pouco mais. Afinal de contas, o tempo passa, o tempo voa...
Anteontem rolaram os shows do Michael W. Smith e do Thalles Roberto no Clube Português. Michael eu ouvia desde criancinha, gosto de basicamente todas as músicas dele. Já Thalles descobri ano passado, revirando o google com um amigo. Quando vi o outdoor em Boa Viagem, pensei logo: VOU! Liguei para uma amiga, agitei a compra do ingresso no front stage [porque pra mim só presta assim, digo logo] e fomos todos pra lá. Antes, uma pausa no shopping para fazer um lanchinho. Coisa leve... Hamburger com cheddar, batata frita, pastel de Belém... de light mesmo, só o suco de pêssego em latinha, que tinha assim “light” no rótulo.
E teve uma cena meio engraçada logo no estacionamento. A gente chegou e tinha um carro bem mal estacionado do lado do nosso. Comentário do motorista? “Só pode ter sido mulher.” E lá vai o time das meninas [em maioria] defender o nosso lado, quando chega A DONA do carro.
EU – (baixinho) Lu, é uma mulher mesmo... E é loira!
[corre pra não apanhar da amiga]
Depois teve o lanchinho, cartão de crédito que não passa [buááá], DVD de Bruno e Marrone, dificuldade pra estacionar, mas chegamos a cinco minutos do começo do show. Estávamos lá, perto do palco, vendo e ouvindo tudo bem direitinho... Aliás, eu fiquei bem embaixo de um dos telões e só fui perceber quando dei um soquinho no dito cujo. *abafa o caso*
Nesse show, percebi que 99% das músicas do Michael W. Smith têm versão em português. Todas as canções do setlist tinham, e o pessoal cantava TU-DO. Todos trabalhados no bilinguismo, hehe. Os músicos super competentes [aliás, reparei que o baixista é A CARA do meu amigo Andreas, de Copenhagen! Vou dizer a ele], entretenimento com mensagem contundente, de amor, amizade, fé. Todo mundo saiu dali com o coração mais alegre, certeza. E querendo mais!
Depois teve o show do Thalles Roberto, que começou faltando 15 pra meia noite [Michael W. Smith terminou de tocar às 22:45] e a gente não ficou até o fim, por várias razões: cansaço, perna doendo, episódio da toalha ungida [long story, quem quiser saber, me pergunta]... Do pouco que vi, achei um tanto alvoroçado demais. A banda ótima [em especial o guitarrista, que é daqui da terrinha!], som legal, o cantor é um bom showman, mas eu não tava entendendo NADA de letra de música nenhuma. Muito pulo, euforia mas eu tava meio perdida, sério.
E essa foi a minha sexta-feira. Chegando em casa uma e pouco da manhã... Dormi mal, mas já compensei do sábado pro domingo e acho que tô pronta pra outra...
Ah, e ficou uma lição: NUNCA MAIS vou pra um evento sem minha câmera. Filmagem e fotografia de celular #EPICFAIL. A MENOS PIOR das minhas filmagens foi essa daqui.
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